quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Ferramentas de Business Intelligence: conheça as principais

Ferramentas de Business Intelligence: conheça as principais

O Business Intelligence, chamado também de BI, é um conjunto de métodos e tecnologias com foco no planejamento estratégico, facilitando a coleta e análise de dados da empresa. Para isso, são usadas as ferramentas de Business Intelligence.

Os softwares podem realizar diversas tarefas, permitindo a previsão de vendas e lucros, a situação em tempo real do estoque e das vendas e os resultados das campanhas realizadas.

Dessa forma, as ferramentas de BI possibilitam que os gestores consigam planejar o futuro da empresa com base na reflexão sobre os erros e acertos e, assim, tomar decisões mais acertadas.

Devido à importância desse tema para as empresas, neste artigo, vamos falar quais são as principais ferramentas de BI, incluindo os motivos para utilizá-las e quais são as suas funcionalidades. Continue a leitura para saber mais!

Slemma

O Slemma é uma das ferramentas de Business Intelligence mais importantes, pois permite uma visualização eficiente dos dados da sua empresa.

A geração de dados acontece de forma rápida e completa, e os painéis podem ser compartilhados entre os colaboradores e os clientes, lembrando que essa ferramenta se conecta a mais de 75 bancos de dados, data warehouse e serviços em nuvem.

Com o Slemma, é possível monitorar os KPIs, aprimorar a tomada de decisões, atraindo e fidelizando clientes. A seguir, veja algumas funcionalidades:

  • Análise de dados preditiva;
  • Análise de lucratividade;
  • Relatórios pontuais;
  • Quadros de resultados;
  • Relatórios gerenciais;
  • Painel personalizável;
  • Painéis privados e públicos;

Rastreamento de conversão e de interação entre os usuários.
O Slemma é indicado principalmente para pequenas e médias empresas, oferece teste grátis e é implementado como serviço de nuvem. Além disso, conta com assistência durante 24h.

Qlikview

O Qlikview é uma poderosa ferramenta de Business Intelligence, permitindo que dados de diferentes fontes se transformem em base de conhecimento para a sua empresa.

Fabricado pela QlikTech, ele é uma tecnologia inovadora por possibilitar que uma interface única seja criada de modo mais fácil, o que também simplifica o uso e a manutenção da ferramenta.

Outro benefício do Qlikview é a rapidez ao gerar resultados. Além disso, ainda conta com o Data Cloud, em que, em único arquivo, são reunidas todas as associações, possibilitando que dados relevantes estejam disponíveis em RAM.

A maior vantagem do Qlikview é a facilidade com que os relatórios são gerados, não necessitando, portanto, de especialistas na área de TI para que eles possam ser criados e interpretados.

A seguir, veja algumas vantagens de contar com o Qlikview:

  • Custo relativamente baixo;
  • Não é necessário um conhecimento técnico aprofundado para utilizá-lo;
  • Interface flexível;
  • Recurso de compartilhamento de tela;
  • A criação de métricas acontece de forma igual ao Excel.

Recentemente, surgiu também o Qlik Sense, que é uma plataforma de análise de dados ainda mais avançada e com novas funcionalidades, funcionando como uma espécie de Qlikview mais moderna.

Essa plataforma conta com Inteligência Artificial sofisticada, plataforma em nuvem que tem alto desempenho e motor de análise associativo exclusivo, que é uma tecnologia patenteada pela empresa.

Se você deseja que a sua empresa se baseie em dados para a melhor tomada de decisões, ter os produtos da QlikTech é uma boa estratégia. Tanto o Qlikview quanto o Qlik Sense podem ser testados de forma gratuita.

Power BI

Quando se fala em ferramentas de Business Intelligence é impossível não citar o Power BI, que é uma das tecnologias mais completas e modernas desse ramo.

Por meio do Power BI, você tem acesso a dados visuais que facilitam a análise das informações. Além disso, há diferentes conectores de dados, então os usuários podem consultar diferentes fontes.

Com o objetivo de possibilitar o fácil acesso e compartilhamento, essa ferramenta também transforma planilhas do Excel e dados CSV em relatórios mais atraentes, podendo ser, posteriormente, publicados e compartilhados. Aliás, se você quiser, ainda é possível exportar os relatórios para o PowerPoint e, assim, utilizá-los em apresentações.

Outra vantagem do Power BI é a possibilidade de personalização da visualização, já que o usuário pode escolher dados organizados em bolhas ou mapas de calor, por exemplo.

Transformando dados brutos em dados mais atraentes visualmente, o Power BI também pode ser utilizado em smartphones e tablets. Inclusive, essa ferramenta está disponível em três opções:

  • Serviço do Power BI: funcionando como SaaS, as informações ficam armazenadas na nuvem;
  • Power BI Desktop: nesse caso, a ferramenta funciona no computador, mais especificamente na área de trabalho do Windows;
  • Aplicativo móvel do Power BI: o aplicativo pode ser acessado por qualquer dispositivo móvel que tenha Windows, sistema Android ou iOS.

Vale destacar que essas três diferentes modalidades podem ser integradas, ou seja, você pode começar o seu trabalho no aplicativo móvel do Power BI e depois continuar as tarefas no Power BI Desktop. Sendo assim, a ferramenta facilita bastante a criação, análise e compartilhamento dos dados.

O Power BI é uma das ferramentas de Business Intelligence mais populares entre as empresas, sendo utilizada tanto por pequenos como também por grandes empreendedores. Logo, é utilizada para trabalhos simples e complexos.

Por meio dele, são criados relatórios interativos, painéis personalizados e, devido a tantas funcionalidades, é possível tomar decisões estratégicas com base em dados.

Ao contrário das outras opções, o Power BI pode ser adquirido gratuitamente, mas, caso você queira ter funcionalidades mais completas, é necessário pagar por um plano adicional.

Independentemente da sua escolha, contar com as ferramentas de Business Intelligence se tornou imprescindível na Era Digital, permitindo que seja possível identificar os maiores desafios da sua empresa e ajustar as tecnologias conforme a sua necessidade.

Dessa forma, as informações que são geradas digitalmente por meio desses aplicativos orientam a tomada de decisões, possibilitam melhor interpretação e entendimento sobre dados, facilitam a medição e monitoramento das suas próprias ações e ainda geram o aumento de lucros. Afinal, com ações baseadas no que o seu cliente busca e necessita, o número de vendas aumenta e, consequentemente, os lucros também aumentam.

Torna-se mais vantajoso adquirir um software como o Desk Manager, pois ele possui integração com todas as soluções de Business Intelligence citadas nesse artigo.

Ferramentas de Business Intelligence: conheça as principais

Além de conhecer as ferramentas de Business Intelligence, recomendamos também que você saiba mais sobre as métricas de Customer Success. Para isso, leia o artigo sobre o assunto!


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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Qual a diferença entre ações ON e PN?

Dúvida frequente entre os investidores iniciantes em ações, com este artigo vamos apresentar os principais pontos que diferem os dois tipos de ações ON e PN (ordinárias e preferenciais).

Ação ON (ordinária) ou PN (preferencial)?

Nas preferenciais existe uma preferência na distribuição de dividendos, enquanto quem possui papéis ON tem direito a voto nas assembleias. No entanto, no caso dos pequenos investidores, a decisão de voto é bastante limitada.  Se o acionista tiver um lote de 100 ações por exemplo, seu voto poderá ser irrelevante.

 ON é 3 e PN 4?

Nem sempre. Apesar da ON ser sempre 3, as PN podem ser 4, 5 ou 6 na maioria dos casos. O que altera é a classe. 4 para classe A, 5 para classe B e assim por diante. No Brasil é muito comum a emissão de ações preferenciais com classes distintas, cada uma com seus próprios direitos e restrições. Estas classes de ações preferenciais são normalmente chamadas de PNA, PNB, PNC, PND e que normalmente possuem diferentes direitos em relação a dividendos, diferenciando a porcentagem a ser recebida pelos acionistas. A diferença entre as classes está definida no estatuto da empresa. É aconselhável consultar o estatuto social da empresa e as atas de assembleias nas quais as classes de ações foram definidas.

E 11, o que seria?

São as Units, ações que não são nem ON nem PN, e sim uma composição das suas.

Dividendos

Uma das maiores vantagens de comprar ações preferenciais é obter a preferência no recebimento dos dividendos da empresa. Pela lei, os investidores que possuem ações preferenciais têm direito a receber dividendos no mínimo dez por cento maiores do que o valor por ação pago àqueles que possuem ações ordinárias.

Liquidez

Um fator a ser considerado é a liquidez, já que muitas vezes as ações preferenciais são mais líquidas (mais negociadas na bolsa).

Novo Mercado

Caso a empresa esteja listada no Novo Mercado, o investidor só encontrará ações ON.

Tag Along

Entretanto, mesmo que o acionista minoritário não tenha decisão de voto relevante na empresa, aqueles que possuem ações ordinárias têm um benefício a mais. É o chamado “tag along”. Com o tag along, em caso de mudança no controle acionário da empresa, a companhia que está comprando a parte pertencente ao bloco controlador é obrigada a fazer uma oferta pública de aquisição das ações ordinárias pertencente aos minoritários de, no mínimo, 80% do valor pago pela aquisição das ações do grupo controlador. Por isso, em caso de mudança de controle acionário, é comum as ações ON se valorizarem acima das ações PN.

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Leandro Martins é formado em Economia, com MBA em finanças pela USP e pela FIPE, e Mestrado em Economia pela Universidade de Grenoble. É especializado em análise de ações, profissional de Investimento certificado pelo CNPI registrado na CVM. Autor do livro “Aprenda a Investir – Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro” 2ª edição. Colunista em diversos portais de investimentos e de programa na rádio FM de São Paulo como comentarista de ações. Palestrante no Expomoney, professor na Anbima e Apimec. Analista Chefe da Walpires Corretora de Valores.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Small caps: o que são e quais as vantagens?

Para investidores entusiastas da renda variável e com menor sensibilidade à volatilidade, é interessante possuir ações de Small Caps na sua carteira de investimentos. 

 

Dessa forma, utilizando na estratégia de investimentos, o investidor pode alcançar rentabilidades acima da média. 

O que são as Small Caps?

As Small Caps são empresas de pequena capitalização negociadas publicamente na bolsa de valores. 

 

Normalmente, para determinar quais são as “menores” empresas da bolsa, são utilizados critérios como o volume de negociação em bolsa e o nível de faturamento da companhia. 

 

No entanto, a determinação das Small Caps é muito variante. Por exemplo, empresas com um valor de mercado que varia entre US$300 milhões até aproximadamente US$2 bilhões podem ser consideradas Small Caps. 

 

É importante ressaltar que, apesar de, quando comparadas com as maiores empresas da bolsa, as Small Caps serem consideradas menores, não é possível considerar essas empresas, no geral, de pequeno porte. 

 

Normalmente, na bolsa de valores, as Small Caps aparecem como novas empresas de grande potencial, mas que ainda não são líderes em seu setor, ou como uma líder estabilizada de um setor econômico com mercado pequeno. 

 

Como as Small Caps têm um menor valor de mercado, é mais provável conseguir crescimentos percentuais consideráveis com o investimento nesse tipo de companhia. 

 

Entretanto, pela mesma razão e por conta da menor estabilizada se comparada às Blue Chips, essas empresas costumam apresentar maior volatilidade e, portanto, riscos, sobretudo de curto prazo, para o investidor. 

Como investir nesta estratégia?

Através de uma corretora de valores, por exemplo, é possível comprar ações de empresas consideradas Small Caps. 

Contudo, antes de realizar o investimento em uma empresa, é necessário entender quais critérios devem ser atendidos e o que exatamente deve ser analisado. 

 

Primeiramente, uma ótima forma de começar analisando uma possibilidade de investimento em uma SCs é analisar o índice SMLL.

 

O SMLL é o índice de Small Caps da B3 (bolsa de valores nacional) e demonstra a performance média desse tipo de companhia em dado período de tempo. 

 

Assim, é possível entender em quais momentos o mercado das Small Caps, no geral, está em situações de alta, baixa e/ou estabilidade. 

 

Além disso, é muito importante entender o contexto particular específico da Small Cap que o investidor pretende aplicar seus recursos. 

 

Por isso, é imprescindível realizar a análise fundamentalista da estratégia para fundamentar ainda melhor a decisão de investimento. 

 

É importante salientar que, sobretudo para os day traders e swing traders, a volatilidade das SCs, apesar de representa uma maior possibilidade de ganho, também traz mais risco de perda para o capital aplicado.

Vantagens e desvantagens 

Assim, como outras formas de investimentos, ao analisar as Small Caps no home broker, é necessário estar ciente das vantagens e desvantagens desse tipo de ativo.

 

Por isso, vale a pena analisar os benefícios e prejuízos que são oferecidos ao investidor ao realizar o investimento em Small Caps. 

 

A grande vantagem de investir em Small Caps é, sem dúvidas, o grande potencial de retorno oferecido por essas companhias. 

Grande potencial de retorno 

As Small Caps, como o nome já aponta, possuem um valor de mercado pequeno se comparadas às demais companhias da bolsa. 

 

Por isso, é mais provável que esse tipo de companhia entregue, em um período de tempo menor, maiores retornos percentuais para o investidor. 

 

Isso porque, em termos percentuais, um crescimento de US$100 milhões no valor de mercado de uma Small Caps representa uma valorização muito maior que o mesmo crescimento em um Blue Chips, já que essa possui um valor de mercado altíssimo. 

 

Por outro lado, é necessário também destacar algumas das principais desvantagens deste tipo de estratégia. 

 

  • Grande volatilidade;
  • Vulnerabilidade econômica;
  • Menor liquidez. 

Grande volatilidade

Se por um lado a grande volatilidade pode proporcionar bons ganhos em um menor período de tempo, a mesma volatilidade pode também resultar em grandes perdas.

 

Um caso particular que merece destaque são os IPOs de Small Caps, que apresentam uma volatilidade, nos primeiros dias, ainda maior do que o padrão. 

Vulnerabilidade econômica

Por ter um menor nível de capitalização e menor consolidação no mercado, as Small Caps podem estar mais sujeitas à consequências negativas resultantes de crises econômicas.

 

Em casos que o circuit breaker deve ser acionado na bolsa, por exemplo, é comum ver resultados ainda mais alarmantes envolvendo as Small Caps. 

 

Por isso, em casos de desestabilização interna ou externa, podem acabar tendo um impacto relativo muito maior nos seus resultados e na própria operação do negócio.

Menor liquidez

Além da pequena capitalização, outra característica importante que diferencia as SCs é um menor volume de negociação. 

 

Logo, por serem negociadas em quantidades menores, a liquidez das ações da SCs acaba sendo menor. 

 

Assim, quando o investidor resolve vender as Small Caps da sua carteira, pode acabar tendo uma dificuldade e, consequentemente, espera maior. 

Vale a pena investir?

Apesar de terem sido listadas mais desvantagens que vantagens, é importante ressaltar que esse tipo de ações é muito indicado para alguns perfis de investidor. 

 

Investidores com menor aversão ao risco, à volatilidade e com objetivos de prazos mais longo, por exemplo, podem ter um percentual da sua carteira destinado para as empresas de menor capitalização da bolsa. 

 

Assim, é possível aproveitar o maior potencial de rentabilidade sem expor o patrimônio de forma agressiva. 

 

Evidentemente, o percentual representativo das SCs na carteira de investimento dependerá exclusivamente da sensibilidade do investidor em relação ao risco e suas preferências relacionadas à rentabilidade e ao prazo. 

 

É muito importante lembrar que, antes de fazer uma escolha para investir, assim como também para investir em uma Blue Chip, é necessário realizar uma boa análise fundamentalista do ativo, considerando os indicadores financeiros da companhia, assim como as possibilidades de crescimento. 

 

Dessa forma, é possível, ao menos, aumentar a probabilidade de escolher uma boa ação de Small Caps e aproveitar todo grande potencial de rentabilidade do ativo. 

 

Aproveite e saiba um pouco sobre como ter rentabilidade de um investimento

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Método Kanban: como ele pode ser seu aliado no atendimento

Método Kanban: como ele pode ser seu aliado no atendimento

Atendimento ao cliente é um assunto que nunca se esgota e nosso blog procura trazer informações sempre atualizadas e pertinentes, com as tendências do setor, para ajudar você a aprimorar cada vez mais essa área em sua empresa. E o assunto da vez é a aplicação do método Kanban.

Para começar, você já ouviu ou leu algo sobre o método Kanban? E, se sim, havia alguma informação sobre a aplicação desse sistema na área de atendimento ao cliente?

Muitas vezes, não se pensa no método Kanban associado ao atendimento, pois ele é muito utilizado em outras áreas, como a administração de estoque e gestão de processos em geral.

Mas neste artigo vamos explicar como o método Kanban pode potencializar o bom andamento do atendimento ao cliente.

Nos próximos tópicos, você vai entender um pouco mais sobre o método Kanban e suas aplicações, especialmente quando se trata do setor de atendimento.

Como surgiu o método Kanban

Geralmente, o método Kanban é associado ao gerenciamento de estoque por conta de sua criação ter sido uma iniciativa Toyota.

A empresa japonesa tinha a intenção de orientar sua produção pela conclusão de tarefas ao invés de se pautar na movimentação de estoque.

Essa necessidade foi detectada após décadas de utilização do modelo fordista de produção, que se baseia na manutenção de um ritmo constante para a fabricação e montagem das mercadorias.

O sistema fordista apresentava grande agilidade na produção, já que cada indivíduo realizava tarefas específicas em um tempo previamente definido.

Sendo assim, em pouco tempo, muitos automóveis ficavam prontos e eram estocados nos estacionamentos das fábricas.

E aí está o principal problema desse sistema: havia uma grande produção independente da demanda. Não existia um foco no giro de estoque.

No início do século passado, o modelo fordista era promissor por conta da expansão da economia industrial nos Estados Unidos. Não era difícil para as pessoas adquirirem automóveis porque a facilidade e a rapidez da produção reduzia os preços. Ou seja, o ritmo acelerado das fábricas tinha vazão por conta da alta demanda.

Essa lógica mudou após a crise de 1929, com a queda inquestionável do consumo. Mas, a princípio, as fábricas continuaram produzindo o mais rápido possível.
A consequência foi o acúmulo de automóveis nos estoques. Foi aí que os empresários japoneses detectaram a necessidade de evitar que os setores da produção entrem em descompasso.

Em outras palavras, eles perceberam que não faz sentido continuar produzindo no mesmo ritmo, se não há um escoamento dessa produção no tempo adequado.

Portanto, a produção deveria se focar na movimentação e saída dos produtos e não mais na produção acelerada ou em uma grande capacidade de armazenamento.

Então, a Toyota começou a desenvolver o que ficou conhecido como sistema toyotista, que otimizou muito a produção e passou a ser utilizado por empresas de vários setores.

A principal ideia do novo sistema era a de que os processos não deveriam avançar sem a definição do destino do processo posterior.

O sistema aumentou a eficácia do processo de produção, evitando tanto que produtos ficassem em estoque por muito tempo quanto que houvesse uma falta desses produtos.

O método Kanban é um dos componentes do sistema toyotista. Ele pode ser definido, a princípio, como um sistema de comunicação interna que visa deixar claro para os diversos setores da produção que uma determinada tarefa é necessária, desnecessária, deve ser cumprida rapidamente ou precisa esperar o desdobrar de outro fator.

Na verdade, o método Kanban é bem simples, baseado na adesivação de cartões de papel de diferentes cores e tamanhos.

Uma solução simples para um problema complexo, que renovou o foco da produção automobilística em um primeiro momento, mas se alastrou para diversos setores empresariais e passou a ser aplicado em áreas muito variadas.

Entendendo o método Kanban

O método Kanban, como vimos acima, consiste no controle dos processos produtivos por meio da simbologia visual, aplicada, a princípio, através de cartões coloridos associados a ordens de compra ou de produção.

Seu objetivo é a otimização do fluxo de produção e a consequente flexibilização da programação dos processos operacionais, com a definição de prioridades e o aumento da capacidade produtiva.

“Kanban” é uma palavra japonesa que significa “cartão”, item que é a principal característica do método.

Cada cartão corresponde a uma tarefa que precisa ser executada para que o resultado almejado seja alcançado.

Os cartões são diferenciados por cores que indicam o tarefa, quem é o responsável por ela e qual é a prioridade.

Ao lado dos cartões, temos também na composição do método Kanban as colunas e um quadro.

As colunas referem-se aos status dos cartões. Normalmente, três colunas compõem o método Kanban: a coluna das tarefas a serem feitas, a das tarefas em execução e a das tarefas feitas. Mas essas associações podem mudar de acordo com as necessidades da empresa ou da equipe.

Os cartões são movidos entre as colunas de acordo com a mudança de seus status. Assim, a equipe tem um panorama do que está pendente e do que foi feito.

Já o quadro do método é onde se organizam as colunas e cartões. A partir desse princípio de associação dos cartões a determinadas tarefas, o método Kanban pode ser pensado como um sistema visual ágil de gestão de tarefas.

Suas três principais funções são o gerenciamento do fluxo de trabalho, a promoção do equilíbrio dos processos que vêm antes e depois e a limitação da quantidade de trabalho, respeitando a capacidade produtiva.

No próximo tópico, vamos ver as principais vantagens da aplicação do método Kanban.

Vantagens da aplicação do método Kanban

Em seguida, vamos falar sobre os principais benefícios da utilização do método Kanban na sua empresa.

  • Estímulo da autonomia da equipe: já que o método Kanban se baseia na gestão visual de um quadro que pode ser visualizado por todos os colaboradores, ou seja, cada um deles pode verificar sozinho o andamento das tarefas. Nesse sentido, não há a necessidade de que outra pessoa passe as tarefas para a equipe. Ela mesma gerência suas atividades;

  • Priorização de tarefas: possibilitada por meio da definição das cores dos cartões e de sua distribuição nas colunas;

  • Aumento da produtividade: desencadeado pela priorização de tarefas, devido ao foco voltado para as atividades que a equipe tem certeza de que precisam ser desempenhadas;

  • Redução dos custos: por conta da facilitação do gerenciamento do tempo gasto em cada tarefa e consequentemente do dinheiro necessário para cada uma delas;

  • Trabalho colaborativo e integração da equipe: uma vez que todos precisam visualizar o quadro para executar suas tarefas e, portanto, todos podem ver o que todos estão fazendo.

O método Kanban no atendimento ao cliente

Agora que você já entende bem mais os princípios do método Kanban, vamos ao que mais interessa: sua aplicação no atendimento ao cliente.

Para começar a compreender a associação do método Kanban à área do atendimento, basta lembrar que esse sistema, a partir dos princípios e vantagens apontados acima, se preocupa com fatores como os prazos de entrega dos produtos e qualidade dos mesmos, que estão relacionados à eficiência do atendimento ao cliente e à melhora de sua experiência.

Assim, qualidade e eficiência são as palavras de ordem quando o assunto é a aplicação do método Kanban ao atendimento.

A utilização de um método ágil e acessível a toda a equipe impacta positivamente seu atendimento, seja direta ou indiretamente.

A agilidade representa muito nos processo de atendimento ao cliente, pois é um dos principais fatores que contribuem para sua fidelização.

Portanto, o atendimento é um dos setores que mais precisam de dinamismo, rapidez entre o início e a conclusão dos processos, ou seja, um encurtamento do tempo médio de atendimento.

Gestores focados na área do atendimento precisam ter um panorama de como andam os chamados abertos e de como está a produtividade da equipe, de preferência em tempo real.

Nesse contexto, o método Kanban é mais que indicado para auxiliar esses gestores, mas ele também pode ser aplicado para que a própria equipe consiga agilizar e gerenciar facilmente os atendimentos.

Assim, entendemos que o método Kanban é perfeito para que qualquer pessoa da equipe identifique instantaneamente em que estágio está a resolução de determinado chamado.

Desk Manager e o método Kanban

Se você está considerando a possibilidade de adotar o método Kanban na área de atendimento em sua empresa, a Desk Manager pode facilitar essa aplicação.

Nosso software é o único na área de Help Desk que traz um quadro de chamados no modelo Kanban para gerenciar os atendimentos da sua empresa.

Se você, após a leitura deste artigo, quer ver na prática como o método Kanban se aplica com grande eficácia aos processos de atendimento, você pode testar o software gratuitamente clicando aqui. Não paga nada se não gostar, viu?

Como dissemos no início deste artigo, atendimento é um assunto que não se esgota. Por isso, vamos encerrar esse texto recomendando a leitura do artigo sobre diversidade no atendimento ao cliente, pois, além da agilidade proporcionada pelo método Kanban, existem outros fatores que contribuem para a satisfação do cliente e um deles é a diversidade no atendimento. Boa leitura!

Método Kanban: como ele pode ser seu aliado no atendimento
Método Kanban: como ele pode ser seu aliado no atendimento publicado primeiro em https://blog.deskmanager.com.br

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Como Investir em Ouro?

Desde 2001 o ouro acumula uma alta de cerca de 600%. Em 2011, enquanto o Ibovespa perdia 18,1%, o ouro registrou uma alta de 4,21%. Em 2012, o investir em ouro se tornou o mais rentável, e analistas têm expectativa de que a tendência de alta se mantenha, enquanto durar as incertezas na economia mundial

Com uma valorização assim é normal que muitos investidores se perguntem “Como investir em ouro?”..

 

1. O ouro como ativo financeiro

O ouro é considerado um dos ativos financeiros mais seguros da economia mundial: além de ser um ativo físico, também lastreia a reserva monetária de inúmeras economias ao redor do globo, tendo seu valor e demanda sempre garantidos.

Em função disso, o ouro é considerado uma reserva de valor e um porto seguro em tempos de crise e instabilidade financeira. No caso de descrença nos mercados acionários e de títulos de dívida de um governo, o ouro é uma proteção contra a desvalorização que os outros ativos irão sofrer.

O Dólar também costuma ter esta função de reserva de valor, no entanto como também está sujeito a crises, o ouro acaba sempre sendo a reserva de última instância. Como ocorreu na crise americana iniciada em 2008, quando o preço do ouro registrou forte valorização.

Por esses e outros fatores, o ouro atingiu uma rentabnilidade muito alta nos últimos anos, como vemos no gráfico a seguir.

Como investir em ouro

2. Riscos de investir em ouro

Antes de tudo, não se engane!

Apesar de ser um porto seguro em momentos de crise, investir em ouro de forma especulativa não é sinônimo de segurança nem rentabilidade. Muito pelo contrário, o valor do ouro muda a cada minuto e é extremamente volátil por conta de sua alta liquidez no mercado secundário.

Além disso, os fatores que afetam a cotação do ouro são bastante diversos, para citar alguns como exemplo:

  • Política monetária dos inúmeros países ao redor do mundo,
  • Oferta e demanda de investidores individuais nas bolsas do mundo,
  • Fluxos de importação e exportação do metal entre países,
  • Períodos de sazonalidade durante o ano,
  • Fatores naturais que possam afetar a extração do ouro

Para investimentos de curto prazo

É necessário muito conhecimento por parte do investidor, além de acompanhamento diário do mercado e das cotações do ativo.  Para o investidor individual que tem um conhecimento mediano do mercado financeiro, geralmente é recomendado optar por outros investimentos de mais fácil controle, como ações de grandes companhias ou títulos de dívida pública.

Para investimentos de longo prazo

O aconselhado é planejar um investimento a fim de proteger seu capital de flutuações bruscas da economia, e, se possível procurar compra-lo em momentos de relativa estabilidade econômica, quando a demanda é menor e o preço tende a estar mais baixo.

Agora que já sabemos os riscos, vamos para as respostas das suas perguntas: Como investir em ouro? Quando investir em ouro? Qual o processo e os custos para se investir em ouro?

3. Como investir em ouro?

Para iniciar seu investimento em ouro o primeiro passo é escolher a maneira como quer investir. Existem maneiras diretas e indiretas de apostar no ouro como um investimento, os mais comuns e aconselháveis são: Contratos Futuros, fundos de investimento e o ouro físico em barras. Falaremos sobre outras formas, no entanto desaconselhamos o uso destas como investimento e explicaremos o porque.

a. Contratos futuros na BM&F Bovespa

Caso sua escolha seja esta, o próximo passo é buscar uma instituição financeira cadastrada na BM&F Bovespa, pode ser uma Corretora de Valores ou seu próprio banco (veja aqui todas as Corretoras de Valores da Bovespa).

São negociados contratos fracionários de 0,225 g até 10 g, ou os contratos cheios, de 250 g. Por este sistema, além de obter maior liquidez para compra e venda, o investidor só paga a taxa de corretagem pela negociação, a custódia fica por conta da corretora. Nesse tipo de negociação o investimento em ouro se assemelha ao investimento em renda variável e, assim como a tributação do imposto de renda em ações, é isento de imposto de renda para investimentos menores que R$ 20.000,00.

Além disso, podem também ser exploradas outras formas de negociação como compras e vendas à termos e opções de compra de ouro, dando maior flexibilidade a estratégia do investidor que pode criar estratégias de como investir em ouro.

Esta modalidade é recomendada para investidores que pretendem investir no curto e médio prazo, de maneira especulativa sobre o valor da moeda. No entanto é recomendado que o investidor já tenha alguma experiência neste mercado, antes de realizar este investimento.

b. Ouro físico, em barras de ouro

Para comprar ouro em barras o processo é um pouco mais complicado: é preciso buscar uma instituição financeira que comercialize o produto, fazer o cadastro e comprovar a sua renda nas compras acima de R$ 10.000,00.

Além disso, é preciso encontrar um banco custodiante para guardar seu ouro e pagar uma taxa de custódia mensal sobre o volume financeiro mantido, esta pode variar de 0,07% a 0,15%.

Outra opção para a compra física é negociar diretamente com uma distribuidora do metal, como a OM DTVM e a Marsam DTVM, e manter a custódia em casa. Sendo que nesse caso as distribuidoras geralmente cobram uma taxa de 1% sobre o valor negociado.

Cabe destacar que nessa modalidade o risco de perda do ativo é maior, dado que não estaria mantido dentro de uma instituição financeira que detém segurança e seguro para os ativos em custódia.   Uma das desvantagens desta forma de investimento é a menor liquidez na hora da venda, sendo mais difícil encontrar uma contraparte disposta a comprar pelo preço de mercado.

c. Fundos de investimento em ouro

Esta é com certeza a opção mais acessível a maioria dos investidores, uma vez que você não precisa se preocupar com a burocracia de comprar o ouro em espécie e nem com os meandros do mercado futuro.

Com fundos de investimento em ouro, o investir terceiriza a gestão deste ativo à um gestor profissional. O fundo pode tanto ser passivo, que compra o ouro e simplesmente sofre as variações no preço, ou ativo, que compra e vende ouro de acordo com o momento de mercado, buscando rentabilidades maiores.

Exemplos de fundos que realizam este investimento e ouro são:

– Caixa FI Ouro Multimercado LP: investimento mínimo de R$ 5.000, taxa de administração: 1,5% ao ano.

– Órama Ouro Fundo de Investimento Multimercado: investimento mínimo de R$ 5.000, taxa de administração: 0,6% ao ano.

4. Outras formas de comprar ouro

Outros meios menos populares de comprar ouro são através da aquisição de joias e pelo mercado informal. Por;em nenhuma destas são recomendadas como forma de investimentos.

a. Compra de Joias em Ouro

Pode se configurar como um investimento, no sentido em que o preço subirá atrelado à cotação do ouro. No entanto, deve-se lembrar que existe um custo de manutenção da joia, além de o trabalho do joalheiro e a marca da joia, pagos na compra, poderão não ser repassados no momento de venda.

As negociações com este tipo de mercadoria são feitas por operações de penhor, que hoje em dia são centralizadas pela Caixa Econômica Federal no Brasil..

b. Mercado Informal de Ouro

É representado pelos vendedores ambulantes de ouro que representam certas casas de negociação.

Embora o custo de negociação seja menor nestes casos, é extremamente desaconselhável comprar ouro desse modo, pois: o produto pode ter sido adulterado, não há garantia de liquidez em caso de revenda, não há registros de procedência legal deste ouro e muitos desses lugares atuam de maneira clandestina.

5. Quando Investir em Ouro?

Vale lembrar que a cotação do ouro no Brasil costuma seguir a dos contratos negociados em Nova York (COMEX) e, portanto inclui a variação cambial na conta. Desse modo, sempre que o Dólar desvalorizar frente ao real quer dizer que uma parte do ganho da valorização do ouro no Brasil será comprometida pela diferença da desvalorização cambial.

Como citado anteriormente, o preço do ouro, ao contrário de outros ativos, tende a subir em momentos de instabilidade a cair em momentos de situação econômica favorável. Para investimentos de longo prazo para a proteção de capital, procure realizar a compra fora de momentos de crises econômicas..

como investir em ouro
Gráfico retirado do TradingView

A longo prazo, vale lembrar que o ouro é objeto de desejo à milhares de anos séculos, e tudo indica que continuará assim por mais muito tempo.

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quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Intraempreendedorismo: o que é e como inspirar seus colaboradores

Intraempreendedorismo: o que é e como inspirar seus colaboradores

Os seus colaboradores são aliados fundamentais no crescimento e sucesso da sua empresa. Por isso, é necessário inspirá-los e engajá-los e, nesse contexto, entra o intraempreendedorismo.

Esse conceito se refere aos colaboradores que criam ideias e as colocam em prática porque a empresa fornece esses estímulos a eles. Ou seja, para que pensem como líderes, o ambiente do seu negócio também tem um papel importante nesse processo.

Por isso, neste artigo, vamos explicar o que é o intraempreendedorismo, por que ele é importante para a sua empresa e como você pode inspirar as pessoas que trabalham na sua organização. Confira!

O que é o intraempreendedorismo?

O conceito de intraempreendedorismo surgiu na década de 80, referindo-se ao ato de empreender dentro de uma empresa. Ou seja, é quando os colaboradores pensam como os donos da empresa.

Ao agir como o dono do negócio, o colaborador se torna mais proativo, criativo e inovador, trazendo resultados positivos para a empresa.

Nesse sentido, o intraempreendedorismo permite que as pessoas que trabalham na sua organização fiquem mais satisfeitas, o que também promove a retenção de talentos, melhoria dos processos e a otimização dos recursos.

Ou seja, o intraempreendedorismo deve ser incentivado pelos donos da empresa, estimulando os colaboradores a interagirem mais no ambiente de trabalho.

Sendo assim, a relação entre os donos e os colaboradores deve ocorrer de forma harmoniosa, no qual ambos se sentem bem na organização e confortáveis para contribuir.

Com isso, a equipe não terá receio de propor novas ideias, expor o que pensa e, assim, sugerir melhorias dentro do negócio.

Como promover o intraempreendedorismo?

Ainda que seja bastante benéfico para a empresa e para os colaboradores, introduzir o intraempreendedorismo pode não ser fácil. Isso porque ele depende de três principais fatores: a cultura da organização, os líderes e os colaboradores.

Para implementar o intraempreendedorismo, primeiro você deve analisar se a cultura organizacional condiz com ele. Ou seja, é importante verificar como os processos são feitos na empresa.

Pergunte-se: a cultura organizacional é burocrática? Os colaboradores realizam apenas tarefas mecânicas ou são estimulados a pensar? O ambiente de trabalho é agradável?

Lembre-se que você deve saber aliar as conquistas pessoais dos colaboradores às necessidades e aos objetivos da empresa.

Uma boa forma de medir a cultura organizacional é verificar a rotatividade das pessoas que trabalham na sua organização. Se for alta, isso significa que os colaboradores não se sentem plenamente satisfeitos no trabalho. Portanto, é necessário mudar esse fato para promover o intraempreendedorismo.

Além disso, o perfil dos colaboradores deve se enquadrar com a vontade de empreender dentro da sua empresa, lembrando que a geração Y tem afinidade com a criação e inovação, fugindo de tarefas burocráticas.

E, é claro, nada disso pode acontecer sem a presença de líderes para estimular o intraempreendedorismo.

Ou seja, não é possível aplicar esse conceito do dia para a noite. Para fomentar o intraempreendedorismo na sua empresa, uma série de passos deve ser dada. A seguir, entenda melhor esse assunto.

Pesquisa de clima

O primeiro passo para medir a cultura da sua organização é saber como os seus colaboradores se sentem em relação a ela.

Nesse caso, é importante questionar os níveis de satisfação, solicitando soluções para a maior autonomia e liberdade dentro do trabalho. Isso vai possibilitar que você saiba quais processos devem ser modificados.

No entanto, é importante ter em mente a necessidade de ouvi-los e implementar as mudanças que julgar serem necessárias.

Fazer uma pesquisa simplesmente para descobrir pontos negativos e não trabalhar em cima deles não permitirá que a sua empresa promova o intraempreendedorismo.

Seleção dos colaboradores

Como dissemos, é necessário que o perfil dos colaboradores se encaixe com o intraempreendedorismo.

Certamente alguns serão mais aptos que outros, então, você deve escolher aqueles que podem ser os líderes desse conceito dentro da sua empresa, ou seja, aqueles que vão estimular os outros a entrarem nesse novo modo de trabalho.

Portanto, pode ser interessante ter uma reunião com eles a fim de mostrar as suas ideias e ouvir o que esses colaboradores têm para contribuir quanto a isso.

Canal aberto de comunicação

O intraempreendedorismo está diretamente ligado à possibilidade de os colaboradores estarem à vontade para trocar ideias, propor soluções e tirar dúvidas. Dessa forma, é importante criar um ambiente agradável, onde as pessoas não sintam receio de falar.

Para isso, você deve criar canais abertos de comunicação, que não sofram ruídos ou sejam restritos. Algumas opções são post-its e cartazes nas paredes. Lembre-se de estimulá-los a usar essas ferramentas.

É importante também dar voz aos colaboradores durante reuniões, às vezes o gestor não sabe como resolver um determinado problema, mas um colaborador operacional tem uma grande ideia.

Papel como líder

Periodicamente, você deve fazer autoavaliação sobre o seu papel como líder na empresa.

Os seus colaboradores enxergam você como chefe ou como líder? Você inspira a sua equipe e é admirado por ela ou as pessoas têm receio de conversar abertamente com você? Trata os seus colaboradores como aliados ou subordinados?

São esses tipos de perguntas que devem ser feitos para analisar se você também está contribuindo para o intraempreendedorismo. Afinal, esse termo exige que o líder faça parte da equipe.

Programa de Participação nos Lucros e Resultados

Se você está disposto a implementar o intraempreendedorismo, deve estar disposto a valorizar os seus colaboradores pelo ponto de vista financeiro.

Afinal, não adianta tentar fazer com que as pessoas do seu trabalho pensem como os líderes da empresa se elas ganham o mesmo salário há anos. Dessa forma, é importante que a mudança também apareça na remuneração dos colaboradores.

Para isso, você pode analisar se é viável instaurar um Programa de Participação nos Lucros e Resultados. Assim, os seus colaboradores vão trabalhar com metas que trarão retornos financeiros para eles.

Dessa forma, para promover o intraempreendedorismo, você precisa avaliar a situação atual da sua empresa, repensar o seu papel como líder e quais mudanças devem ser realizadas.

Como dissemos, essa nova mentalidade é implementada aos poucos, modificando o seu modo de agir, estimulando os colaboradores e modificando o ambiente de trabalho para torná-lo mais agradável.

Portanto, ao introduzir o intraempreendedorismo, você precisa entender como criar uma boa cultura organizacional para sua empresa, por isso, recomendamos que leia o nosso artigo sobre o assunto!


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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Como conquistar sua independência financeira

Hoje a Educação Financeira e Independência Financeira são termos não apenas relacionados, como muito conectados.

A diferença entre realizar um sonho e mantê-lo apenas como uma anotação no seu diário passa pelo conhecimento.

Quanto mais informações sobre o mundo financeiro você tiver, maiores são as chances de que você seja bem-sucedido em seus investimentos.

Sim, falamos aqui de investimentos. Uma palavra tão simples, mas que ainda assusta muita gente.

A dificuldade em lidar com números e com os termos mais complexos do mercado financeiro não deveria ser um empecilho para ninguém.

O fato é que mesmo que você não seja alguém cheio da grana, é possível organizar as suas finanças e fazer com que o dinheiro trabalhe para você cada vez mais rápido.

A aprovação da Reforma da Previdência promete tornar ainda mais difícil a aposentadoria dos brasileiros pelas vias tradicionais.

Assim, o quanto antes você começar a se preocupar com sua educação financeira, antes também você terá resultados bons o suficiente para declarar a sua independência financeira e viver apenas de renda.

Buscar conhecimento é fundamental

Não é porque o mundo das finanças é algo complicado que você precisa ter medo. Investir um pouco é melhor do que não investir nada, e isso é um incentivo para você começar.

A porta de entrada de muitos investidores é a poupança, uma das modalidades mais difundidas no país.

Porém, o que muitos não sabem é que essa é apenas uma das formas de guardar o seu dinheiro – e nem de longe é a melhor opção.

Existem outras modalidades, como os Títulos do Tesouro, os fundos de renda fixa e as LCAs. Eles resultam em uma rentabilidade maior e com um nível alto de garantia do seu crédito.

Em outras palavras, o que queremos mostrar aqui é que você não está errado em investir na poupança, mas que você pode ganhar mais investindo em outros lugares.

Vamos a um exemplo para você compreender como a educação financeira é capaz de fazer a diferença:

Suponha que você tem R$ 10 mil e aplicou esse dinheiro na poupança. Com um rendimento médio de 0,5% ao mês, ao final de 30 dias você terá R$ 10.050.

Ao final de seis meses, o valor acumulado será de R$ 10.303. Portanto, um ganho de R$ 303 em 180 dias.

Agora vamos supor que você opte por colocar os mesmos R$ 10 mil em investimentos como títulos do Tesouro, fundos de renda fixa ou LCAs.

Nesse caso, os rendimentos podem chegar a até 0,8% ao mês. Ao final de 30 dias, portanto, você terá R$ 10.080 e, ao final de seis meses, R$ 10.489.

Ou seja, R$ 186 a mais, sem precisar fazer absolutamente nada.

Pequenas quantias que fazem uma grande diferença

No nosso exemplo, R$ 10 mil em seis meses geraram uma diferença de R$ 186, se bem aplicado. Se estivéssemos falando de R$ 100 mil, a diferença seria de R$ 1.860 e, no caso de R$ 1 milhão, R$ 18.600 a mais no seu bolso.

Isso significa que sem a educação financeira você pode obter lucro, mas é o conhecimento que vai fazer com que você ganhe ainda mais.

Por isso, há dois caminhos importantes que devem ser observados: estudar para conhecer mais e procurar o auxílio de empresas e profissionais que possam tirar suas dúvidas e mostrar o caminho das pedras.

No final das contas, você vai perceber que deixar de ganhar é também uma forma de perder. E é justamente isso que não queremos que aconteça com você.

Um ótimo exemplo é procurar mais sobre investimentos diversos. Uma boa dica é pesquisar alguns investimentos com nossos parceiros do Yubb, que são especialistas em encontrar os melhores tipos de investimentos.

A sua independência financeira mais perto

A partir do momento que você percebe que o seu dinheiro pode trabalhar por você com maior intensidade, um novo mundo se abre em sua frente. Afinal, quando você vê as novas possibilidades na sua frente a coisa muda de figura.

E é nesse momento que você vai perceber que estará no caminho certo para a sua independência financeira.

A ideia é que em longo prazo você consiga acumular capital suficiente para que os rendimentos possam ser capazes de suprir o seu salário. Assim, ao invés de trabalhar para obter o salário no final do mês, quem trabalharia seria o seu dinheiro.

Trata-se de um plano perfeito para quem já está com mais de 40 anos e vê no horizonte a chance de se aposentar mais cedo. Ou para quem é jovem e quer começar desde cedo a fazer diferente.

Outra alternativa é o investimento em previdência privada. Diferente da previdência pública, nos fundos privados você pode simular exatamente quanto receberá e a partir de quando; sem receio algum de que as regras mudem no meio do caminho.

Essa alternativa é vista hoje pelos especialistas como um dos melhores caminhos a serem seguidos.

Educação financeira: como começar

Você não precisa ser graduado em Economia ou Contabilidade para que a educação financeira faça diferença na sua vida. Basta despertar o interesse pelo tema e buscar boas leituras.

Começar pelos principais sites que falam sobre economia no país é um bom começo. Tente ler artigos e entender as razões pelas quais um determinado especialista indica alguma coisa.

Seja em uma livraria ou em uma biblioteca pública, há muitos bons livros que prometem ensinar finanças em detalhes. Mesmo para aqueles que nunca tiveram nenhum tipo de contato com o tema.

Prefira os livros mais simples para começar e, à medida que for avançando, busque leituras mais específicas.

Lembre-se que você não vai se tornar um especialista da noite para o dia. Porém, é importante que você possa compreender como funcionam os mecanismos de cada tipo de aplicação.

Acompanhe índices e faça as suas simulações, mesmo sem aplicação. Assim, você entenderá melhor esse universo e verá quantos benefícios esse tipo de conhecimento pode te trazer.

Ah, e claro, use e abuse do nosso Blog, temos muitos conteúdos incríveis esperando por você!

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