Sou Bruno e amo cuidar e ensinar sobre finanças pessoais. Sou blogueiro e sonho em ajudar pessoas a reorganizar suas vidas financeiras e prosperar. Também amo esportes radicais!
Meu blog vai falar sobre assuntos relacionados a vida financeira pessoal além de trazer dicas sobre organização e gestão de tempo.
Organizar a casa toda não é fácil, principalmente, quando é você sozinha(o) que precisa arrumar. Mas, a partir de agora, isso vai mudar, quem sabe, você até sentirá alegria de arrumar a casa com nossas 7 dicas de como organizar uma casa!
De fato, não é fácil cuidar da casa só, principalmente, se você faz faculdade, trabalha fora e/ou tem filhos. Por conta disso, separamos 7 dicas de como organizar uma casa.
7 Dicas de Como Deixar sua Casa Organizada
1. Delegue tarefas
A primeira das 7 dicas de como organizar uma casa é… delegar tarefas!
É primordial que todos ajudem a arrumar a casa, tanto homem, quanto mulher. A responsabilidade nunca deverá estar em cima de uma pessoa só. Então, delegue algumas funções para outros moradores da casa.
Com mais de uma pessoa ajudando, com certeza, a organização da casa que antes era de 1 hora, passará a ser de 20 minutos, ou menos. Porém, se você mora sozinho, continue delegando tarefas… mas agora, são tarefas para os equipamentos, rs. Uma lava louça, aspirador de pó robô, etc.
2. Faça da rotina um estilo de vida.
Quanto mais você faz algo, rotineiramente, aquilo se torna um hábito. Então, se você passa roupa seca e guarda no guarda roupa todos os dias, é porque já se tornou um hábito, e não uma obrigação..
3. Escolha um horário fixo
Os melhores horários que se tem para organizar uma casa, são os que temos mais disposição. O mais certo é que você separe 10 minutos de manhã e 10 minutos a noite para organizar uma casa, e que escolha 1 dia na semana para realizar as tarefas mais pesadas de casa.
4. Transforme a tarefa ruim em boa
Ouvir música enquanto organiza uma casa é quase uma obrigação no século XXI, pois além de curtir belos sons, você nem vai sentir o tempo passar enquanto ouve música. Se presenteie ao acabar de arrumar a casa, talvez um curso de curso de personal organizer seja o melhor presente!
5. Deixe isso pra lá
Desapegue ou faça doações do que não te serve mais. Quanto mais objetos inutilizáveis você tiver, mais tempo e trabalho você vai ter para organizar um casa. Peças pequenas em racks, criado mudo, mesa de centro, fazem com que a arrumação demore mais, ou seja, evite usá-las.
6. Um cômodo de cada vez
Faça uma divisão de limpeza da casa. Limpe 1 cômodo por dia e faça uma Matriz Eisenhower para que você possa aprender a como ter mais foco e a como ter mais produtividade enquanto arruma a casa.
Com essa Matriz de Eisenhower, você poderá listar as tarefas que são mais importantes e urgentes do que as outras.
7. Não desorganize!
E, finalmente, a última dica das 7 dicas de como organizar uma casa é… Não desorganize!
Quando você aprende a como ser mais organizado, automaticamente, você vai evitar ao máximo de deixar a casa desarrumada. Até porque, se você não desarruma, não tem o porquê de arrumar, não é?
Então, quando você evitar de sujar, apenas tirar o pó e passar um paninho é necessário para que consiga organizar uma casa.
Essas foram as 7 dicas de como organizar uma casa! Confira nossos artigos relacionados e continue aprendendo ainda mais sobre como ser organizado.
Suporte e Resistência são sem sombra de dúvidas pontos muito importantes em relação a oferta e demanda de um preço. Esse artigo tentará simplificar o entendimento e a leitura gráfica de suportes e resistências.
O que é um Suporte?
O suporte é o local de preços onde a procura por compras é forte o suficiente para “segurar” os preços, de modo que eles não caiam.
Teoricamente quando um preço está próximo ao suporte ele tende a ficar mais barato. Desse modo, a procura supera a oferta, evitando possíveis quedas no preço a partir daquela região. É bem comum a compra nas regiões de suporte na tentativa de comprar mais barato e vender mais caro.
Entretanto, nem sempre as compras em regiões de suporte são bem sucedidas. Isso pois a perda desse suporte pode dar início a possíveis novas quedas, alertando assim um sinal vendedor. É importante considerar que após a perda do suporte ele poderá ser considerado como uma nova resistência. Outro fator de fundamental importância é a força do suporte após vários toques do preço.
Confira outros exemplos:
O que é uma Resistência?
A resistência pode ser vista como uma zona de preços onde a procura por compras não traz ao mercado força suficiente para uma contínua alta dos preços.
Quando um preço se aproxima da resistência é bem comum entre investidores considerar que os preços estão caros. Desse modo a procura por compras diminui e a venda aumenta, trazendo assim possíveis baixas nos preços. É comum entre alguns investidores vender seus ativos nas regiões de resistência, considerando que o preço está caro e após o encontro com a resistência ele tende a cair. Entretanto, nem sempre os encontros dos preços com a resistência sofrem queda.
A resistência pode ser também um ponto de entrada de compra, caso haja força dos preços. Uma resistência rompida pode significar uma grande força do mercado em novas altas dos preços. É importante considerar que após a perda da resistência ela poderá ser considerada como um novo suporte.
Confira outros exemplos:
Observações:
Podemos notar que o suporte é o inverso da resistência. Portanto, pode se considerar que após um rompimento a resistência pode ser considerada como um novo suporte. O mesmo ocorre para a perda de suporte, a qual o antigo ponto de suporte será considerado como uma nova resistência.
Alguns investidores optam por vender um ativo quando ele toca uma forte região de resistência (re-teste), o mesmo ocorre nas regiões de suporte.
Nem todo rompimento de suporte e resistência é acompanhado de uma grande força ou tendência. Podem ocorrer rompimentos falsos!
Se quiser se aprofundar nos conhecimentos de Análise Técnica, confira o nosso Guia de Análise Técnica!
A qualidade do atendimento ao cliente é assunto prioritário para gestores que buscam o desenvolvimento e a prosperidade de suas empresas a médio e longo prazo. E nessa busca pelo atendimento de excelência surgem alguns conceitos importantes, como o de Service Desk.
O Service Desk pode ser definido como uma central de serviços criada para proporcionar ao cliente um suporte altamente especializado.
Com o aumento da concorrência e o surgimento de clientes cada vez mais detalhistas e exigentes, é preciso corresponder às expectativas.
É grande a quantidade de consumidores que deixaram de ser clientes de alguma empresa devido a experiências ruins não só relacionadas ao produto ou serviço adquirido, mas principalmente ligadas ao atendimento e ao pós-venda.
Sendo assim, você tem todos os motivos relevantes para se aprofundar nos conhecimentos sobre Service Desk e implantá-lo em sua empresa o quanto antes.
Neste artigo, vamos fazer um resumo de tudo o que você precisa saber sobre esse assunto: o conceito e os tipos de Service Desk, seus benefícios e sua abrangência.
O que é Service Desk?
O Service Desk é um recurso muito eficiente para conquistar clientes fiéis. Isso porque ele oferece uma experiência bastante completa de suporte ao consumidor.
Trata-se de uma evolução ou continuação do conhecido Help Desk, já que ele atende a muito mais demandas, além de concentrar em um só lugar todas as necessidades da organização relacionadas à tecnologia da informação, oferecendo o suporte técnico, além de ajudas estratégicas.
O Help Desk tradicional tem a função de oferecer suporte técnico e é definido como um serviço de atendimento que concentra as demandas em uma plataforma única.
Ele geralmente resolve questões simples, como a dificuldade em operar um software ou problemas com o acesso à internet.
Por outro lado, o Service Desk amplia esse leque de demandas, funcionando como uma consultoria na área de tecnologia da informação.
Sendo assim, quem contrata o Service Desk conta com a disponibilidade de especialistas da área para tirar dúvidas e resolver problemas mais complexos.
Por essa razão, esses especialistas precisam estar com os conhecimentos técnicos sempre atualizados e acompanhar todas as novidades que surgirem.
Comparando esses dois recursos tão conhecidos na área de atendimento, podemos associar o Help Desk a um primeiro nível de atendimento e o Service Desk a um segundo nível.
Tanto o Help Desk quanto o Service Desk podem ser oferecidos remotamente. Dependendo da complexidade e da natureza da demanda, o especialista não precisa se deslocar fisicamente.
Ele pode acessar a rede remotamente por meio de um terminal próprio e resolver a questão de uma forma mais rápida e econômica, tanto para a empresa quanto para o cliente.
Tipos de Service Desk
Existem dois tipos principais de estruturação para Service Desk: o local e o virtual.
O Service Desk local é oferecido quando a equipe de atendimento se desloca fisicamente até o local onde está o usuário para resolver a demanda pessoalmente.
Esse tipo de serviço muitas vezes é oferecido pela própria empresa, quando ela conta com uma equipe própria que fica responsável por resolver as demandas externas, ou seja, fora de sua sede.
Há também os casos em que os contratos entre a empresa e o prestador de serviços contemplam as visitas presenciais ou, ainda, um analista ou equipe especializada que desenvolve suas atividades dentro do estabelecimento do cliente para atender suas demandas. Nesse último caso, temos o chamado analista residente ou terceirizado.
Já o Service Desk virtual ocorre quando o especialista soluciona a demanda remotamente, utilizando tecnologias que possibilitam a conexão com o equipamento do cliente ou com os servidores da rede.
Dessa maneira, os usuários são instruídos a entrarem em contato por meio de uma central de atendimento para explicar a demanda.
A partir desse contato, o problema é encaminhado para o especialista disponível que esteja apto a solucioná-lo remotamente.
Benefícios do Service Desk
Agora que você já conhece o conceito e os tipos de Service Desk, vamos listar nos tópicos seguintes as principais vantagens de contar com essa central de serviços.
Atendimento de demandas de suporte na área de TI
O suporte na área de tecnologia da informação virou prioridade depois que a transformação digital causou uma revolução nas empresas.
Assim, o Service Desk faz-se cada vez mais necessário no atendimento de demandas tecnológicas, já que grande parte dos processos internos das instituições estão ligados aos recursos de TI.
Esses recursos precisam apresentar um funcionamento satisfatório para atender às necessidades latentes das empresas, como a integração dos canais de atendimento, a otimização dos processos e a satisfação dos consumidores.
Potencialização do alcance de metas
O Service Desk, por solucionar de maneira rápida e eficaz as demandas dos usuários, também ajuda as organizações a alcançarem resultados promissores.
Além disso, por meio dos resultados obtidos e dos relatórios gerados referentes às demandas atendidas pelo Service Desk, é possível tomar decisões muito mais assertivas.
Então, o usuário e o gestor da empresa de TI responsável por aquele contrato podem definir juntos as metas a serem alcançadas e o prazo para cada uma delas.
Algumas metas possíveis são o alcance de uma porcentagem expressiva de clientes satisfeitos com o atendimento, a taxa de resolução de problemas no primeiro contato e até mesmo o número de atendimentos realizados.
Caráter consultivo
Este é um dos principais diferenciais do Service Desk. Ele oferece apoio à gestão estratégica da empresa, contribuindo com as áreas de marketing e vendas, além da área de atendimento.
Ou seja, o Service Desk não fica preso ao suporte técnico. Ele analisa as maneiras pelas quais a área de TI pode ajudar a empresa a alcançar bons resultados.
Abrangência do Service Desk
Você já sabe que o Service Desk tem uma abrangência maior que o Help Desk. Agora vamos falar das atribuições do Service Desk que ultrapassam os limites do suporte técnico tradicional.
Para começar, o Service Desk acompanha a implantação de novas tecnologias que vão auxiliar na melhora do desempenho da empresa.
Além disso, o serviço cuida da manutenção dos sistemas e softwares relacionados aos processos internos da empresa e também soluciona problemas como paradas de servidores.
Outra atribuição do Service Desk é o gerenciamento das permissões de acesso aos arquivos, sistemas e tecnologias da organização, eliminando as falhas de segurança.
Por fim, temos que citar a otimização dos processos ligados à TI e a geração de relatórios que vão apontar como andam os trabalhos e o alcance de metas.
Se você está buscando implementar o Service Desk em sua empresa, recomendamos o teste gratuito do software de suporte ao cliente da Desk Manager. Ele organiza, separa e finaliza os atendimentos em poucos cliques. Para conhecê-lo melhor, basta clicar aqui. Até o próximo artigo.
Sempre que o final de abril se aproxima, inúmeros investidores descobrem o quanto a vida poderia ser mais fácil se tivessem feito o controle mensal de IR em Bolsa de Valores. Deixar para apurar seus resultados mensais na véspera de ter que entregar a declaração nunca é uma boa ideia, já que além de todo o trabalho acumulado, você também terá que pagar multas e juros por recolher o IR atrasado.
Leia este artigo para aprender a maneira correta de controlar seu imposto de renda mensal e facilitar sua vida no momento de entregar a declaração de IRPF.
O processo a seguir está dividido no que precisa ser feito todos os meses em 7 passos:
1# Recolha suas informações.
2# Calcule seu resultado por operação.
3# Separe as operações e encontre o resultado por tipo de operação.
Antes de mais nada, é fundamental que você tenha todas as informações que vai precisar. Somente assim seu imposto de renda poderá ser calculado e você não terá que parar seus cálculos pela metade e correr atrás do que está faltando.
Felizmente, todas as informações que você vai precisar estão em suas notas de corretagem e sua corretora é obrigada a lhe fornecer sempre que for solicitada.
Portanto basta pedir todas as notas de corretagem emitidas durante aquele determinado mês e pronto! Você já tem o que precisa.
2. Calcule seu resultado por operação
Nesta etapa as coisas ficam um pouco mais trabalhosas, mas fique tranquilo, não é nada demais. Tudo o que você vai fazer é apurar seu lucro em cada operação que realizou.
É neste passo em que você descobre o resultado líquido que cada operação gerou individualmente, seja lucro ou prejuízo, aqui você desconta custos operacionais e outros valores que foram necessários desembolsar para que a operação fosse executada.
3. Separe as operações e encontre o resultado líquido de acordo com o tipo
Nesta etapa você precisa se preocupar se a operação foi normal (compra e venda de ações em datas diferentes), daytrade (compra e venda de ações no mesmo dia), opções, fundos imobiliários, mercado futuro, etc.
Essa divisão é importante porque, como é dito a seguir, cada tipo de operação tem suas próprias regras de imposto de renda e devem estar separadas em seu controle mensal de IR.
Após separar as operações por tipo, basta somar todos os resultados líquidos individuais (encontrados no item anterior) para encontrar o resultado líquido por tipo de operação. Ou seja, quanto você ganhou ou perdeu em operação daytrade, em operações normais, opções, etc.
Com cada um destes resultados em mãos, você está bem próximo de saber quanto terá que recolher de Imposto de Renda e, melhor ainda, qual foi o seu verdadeiro resultado na bolsa de valores durante aquele mês.
4. Compense prejuízos acumulados
Aqui é o momento de aproveitar as perdas de meses anteriores para pagar menos imposto de renda, compensando os lucros deste mês, que serão tributados.
Para isso, basta subtrair de seus lucros o saldo de prejuízo acumulado:
Caso o saldo em prejuízos seja menor que o lucro, você pagará IR somente sobre a parcela do lucro que não foi compensada.
Caso o prejuízo seja maior que o lucro, você ainda fica com um saldo de prejuízo a ser compensado para os próximos meses.
Por este e outros motivos, é fundamental que você tenha um excelente controle de seus resultados na bolsa de valores.
IMPORTANTE: Lembre-se que da mesma maneira que o resultado líquido do mês foi separado por tipo de operação (no passo 3#), os prejuízos acumulados também devem estar separados por tipo de operação. Já que o prejuízo em daytrade não pode compensar lucros em operações normais por exemplo.
DICA: Lucros isentos em operações normais (em meses que as vendas de ações não superam os R$ 20.000), não precisam ser compensados com prejuízos anteriores já que estão isentos de imposto de renda.
5. Aplique a alíquota de IR correta sobre seus lucros
Agora que você já sabe em qual tipo de operação teve lucro líquido positivo e tributável, pode finalmente aplicar a alíquota de IR referente.
Um resumo das alíquotas de IR sobre os diferentes tipos de operações é:
Operações Normais: 15%
Opções: 15%
Mercado a Termo: 15%
Mercado Futuro: 15%
Daytrade: 20%
Fundos Imobiliários: 20%
Após aplicar cada uma destas alíquotas em seu controle mensal de IR, você saberá exatamente quanto precisa pagar de imposto de renda.
6. Gere o DARF para pagar o IR mensal
Após passar por todos os passos anteriores, finalmente chegou a hora de gerar e pagar o DARF, que é o documento utilizado para pagar o imposto de renda mensal. O valor da DARF deve ser a soma total dos impostos devidos em cada um dos tipos de operações que você realizou.
Uma curiosidade é que o DARF não deve ter o valor inferior a R$ 10, ou seja, caso seu IR devido seja inferior a este valor, deve esperar os próximos para soma-lo a imposto devidos no futuro, até que o valor ultrapasse os R$ 10.
DICA: Não é necessário gerar o DARF para cada tipo de operação.
7. Mantenha um histórico de tudo isso
Como você deve ter reparado, calcular e pagar o IR mensal não é uma coisa simples (embora também não seja tão complicado como muitos imaginam).
Por conta disso, é muito importante que você faça cada um destes cálculos de maneira organizada para poder manter um histórico de seu desempenho mensal na bolsa, e para facilitar sua vida quando chegar o momento de preencher a declaração de imposto de renda no ano seguinte.
Muitos investidores consideram o hábito de manter este controle mensal de IR como uma das coisas mais importantes que um investidor deve fazer.
Dúvidas?
Se tiver dúvidas sobre como calcular e apurar seu imposto de renda mensal, recomendo a leitura do Guia do Imposto de Renda na Bolsa, escrito por mim, para ajudar investidores com tudo o que precisam saber para apurar seu imposto de renda por conta própria e sem erros.
No episódio #08 do Desk Talks, Nicole Santos e Cesar Paz discutem os caminhos e posturas que os levaram a serem grandes figuras dentro do nosso suporte . As avaliações deles figuram entre as mais altas da empresa e acima da média do mercado. Ao longo do episódio nós vamos conhecer um pouco da linha de trabalho deles e você pode aproveitar o conteúdo para atualizar o seu suporte e implementar novas ideias dentro do seu time.
Para inspirar os ouvintes, Jackson Lima já começa o bate papo perguntando sobre um dos cases de suporte que eles mais gostaram de trabalhar:
“É difícil pensar em um case mais legal, pois trabalhamos com muitos atendimentos durante o ano. Mas, teve uma vez que eu estava quebrando a cabeça sobre um incidente que o cliente relatou pra mim e ele mesmo sugeriu uma solução que eu não havia pensado. O resultado foi super assertivo e a gente brincou que na pesquisa de satisfação ele deveria colocar o próprio nome.”, relatou Nicole. “Quando a gente pensa em atendimento a gente pensa que deve estar com a resposta na ponta da língua e na verdade pode ser um trabalho em conjunto, por isso considero este suporte especial.” , concluiu.
Cesar Paz comenta que além do relacionamento com o cliente, o relacionamento com o gestor também é importante para que o atendimento final tenha uma boa performance e os processo possam ser sempre aprimorados:
“Aqui na Desk nós temos um relacionamento quase familiar entre todos os colaboradores. A gente brinca que os gestores Rafael e Fábio são o pai e a mãe da equipe de suporte, pois eles nos dão a base para que o atendimento seja executado da melhor maneira possível e dentro do nosso time a empatia é o carro chefe dos atendimentos.”
Durante a conversa Nicole e Cesar trouxeram também dicas valiosas, apresentando casos reais que eles já presenciaram e também conteúdos como filme, para quem trabalha com suporte, sempre reforçando que a empatia é essencial para quem trabalha com o público.
Curtiu o assunto? Então, aperta o play e ouça agora o episódio completo.
Assim como toda renda que entra em sua conta, os ganhos com operações day trade também precisam ser declarados na Declaração Anual do Imposto de Renda.
É considerado day trade, pela legislação, toda operação iniciada e encerrada em um mesmo dia, com o mesmo ativo, em uma mesma instituição intermediadora, em que a quantidade negociada tenha sido liquidada, total ou parcialmente.
Na apuração do resultado da operação day trade, são considerados, pela ordem, o primeiro negócio de compra com o primeiro de venda, ou o primeiro negócio de venda com o primeiro de compra, sucessivamente.
Pensando em te ajudar, fizemos um guia rápido para que você entenda melhor como funciona o IR em day trade. Confira!
1. Como incide o IR em operações day trade?
Ao contrário das operações normais, não existe a isenção aplicável a movimentações abaixo de R$ 20.000,00. O investidor será tributado em 20% de qualquer lucro obtido, independente do montante movimentado, além dos custos normais de corretagem.
Os rendimentos obtidos em operações de day trade realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e afins, por qualquer beneficiário, inclusive pessoa jurídica isenta, sujeitam-se à incidência do imposto sobre a renda incidente na fonte à alíquota de 1%.
Nesse sentido, o rendimento é o resultado positivo apurado no encerramento das operações de day trade. Além dele, é preciso informar as posições das ações, opções e futuros, porém, caso não existam ganhos, é preciso declarar os prejuízos.
2. O que considerar na apuração do resultado?
Devemos considerar, pela ordem, o 1º negócio de compra com o 1º primeiro de venda ou, o 1º primeiro negócio de venda com o 1º primeiro de compra.
3. O que fazer com as perdas?
A Receita Federaladmite a compensação de perdas em operações de day trade, mas, elas somente poderão ser compensadas com os rendimentos auferidos em operações de mesma espécie. Isso significa que, não adianta você incluir prejuízos de outros tipos de investimento para compensar prejuízos em day trade.
4. Quem é o responsável pela retenção do imposto sobre a renda retido na fonte?
O responsável pela retenção e recolhimento do imposto sobre a renda na fonte é a instituição intermediadora da operação de day trade que receber, diretamente, a ordem do cliente.
Destacamos que, nesse cenário, não há a mínima possibilidade do operador de day trade não informar a sua movimentação financeira para o fisco, afinal, a instituição intermediadora da operação já retém o imposto.
Agora que você entende um pouco sobre o funcionamento do IR em operações day trade, procure o seu contador e apure corretamente seus lucros e prejuízos!
Você sabia que o Bússola do Investidor possui uma calculadora que faz o cálculo de IR automaticamente através da importação da sua nota de corretagem?
Ganhar dinheiro na bolsa de valores realizando operações day trade não é para qualquer um. Sei de muitas histórias de investidores que se deram mal ao tentar brincar de day trader. No entanto, também conheço histórias de pessoas que fizeram verdadeiras fortunas graças à compra e venda de ações na bolsa. A resposta envolve diversos fatores, como disciplina, determinação e, vontade de aprender. Mas, um dos principais é usar as ferramentas para day trade corretas.
É muito comum que apareça a pergunta: o que faz com que alguns sejam tão bem sucedidos e outros se deem tão mal?
Se você quer ser campeão de Fórmula 1, precisa de muitas habilidades, porém, um dos fatores mais importantes é ter um bom carro. No day trade as coisas não são muito diferentes.
Após conversar com muitos day traders profissionais, segue a lista das 4 principais ferramentas apontadas por eles como indispensáveis:
1# Plataforma Gráfica para Day Trade
Para muitos investidores em day trade, a plataforma gráfica é a ferramenta mais utilizada. Seja para montar estratégia utilizando análise técnica, ou simplesmente para acompanhar o movimento dos preços.
É muito importante ter uma plataforma confiável que junte:
tecnologia de ponta
boa fonte de dados
Qualquer ferramenta sem uma dessas duas coisas pode ser descartada imediatamente.
Existem diversos pontos que você deve avaliar e diversas opções disponíveis no mercado. Alguns pontos cruciais são: a plataforma precisa ser instalada em seu computador ou ficar na nuvem (um computador remoto que roda o sistema).
No caso de ficar em seu computador, o desempenho pode ser afetado. Em geral, essas plataformas são pesadas e demandam um equipamento com muita capacidade para funcionarem corretamente.
Uma plataforma web tem a grande vantagem de não depender da capacidade da sua máquina. Ela depende de um computador muito mais poderoso e preparado para isso.
Alguns exemplos de boas plataformas gráficas são:
Neologia ProfitChart Pro: Mais do que uma plataforma, ela agrega diversas ferramentas necessárias em um único produto, e por isso seu preço acaba sendo mais caro para um investidor iniciante. Além disso, precisa ser instalada no seu computador.
Plataforma Web Bússola do Investidor: Fácil de utilizar e com custo bastante acessível. Permite salvar e compartilhar gráficos e análises. Além disso, não precisa ser instalada no seu computador, tendo em vista que é uma plataforma na web.
Gráficos para Análise Técnica Bússola do Investidor
2# Automatização de Operações (Robôs Investidores)
Após algum tempo de mercado, é comum que você desenvolva suas próprias estratégias lucrativas e, com isso, acaba não sendo necessário que você repita fórmulas durante todo o dia. Você pode (e deve) programar um robô para fazer isso para você. Dessa forma, é possível dedicar seu tempo para descobrir novas estratégias.
Na hora de escolher uma plataforma para automatizar os seus investimentos, a tecnologia utilizada deve ser o principal ponto a ser verificado, mas, a facilidade de criar e rodar seus robôs também deve ser considerada.
Atualmente, existem empresas que estão revolucionando a forma como os robôs são utilizados no mercado financeiro. O melhor exemplo delas é a SmarttBot, plataforma online desenvolvida especialmente para operações na Bolsa de Valores brasileira. Ela permite operar em day trade, swing trade e position.
Gráfico de ganho de um robô na plataforma SmarttBot.
3# Aplicativo Mobile
Um bom aplicativo de celular faz toda a diferença quando você não está na frente de um computador.
Certamente, acompanhar o mercado pela telinha não é a mesma coisa, mas existem alguns aplicativos muitos bons que te possibilitam fazer os principais tipos de operação.
O grande diferencial é procurar as que são de fato em tempo real. Cotações de fim de dia ou com atraso de 15 minutos funcionam bem para quem investe na bolsa, mas não para um day trader.
Opção que vale ser considerada:
XP Mobile: o aplicativo da XP corretora, além de oferecer tempo real, oferece o envio de ordens de start, stop e stop móvel.
Aplicativo da XP
4# Análises e Recomendações
É muito importante saber o que está acontecendo além dos gráficos e o que os principais agentes do mercado estão pensando sobre o mercado e determinadas empresas.
Algumas empresas oferecem o envio de análises e recomendações de compra e venda. As dos bancos, como explico neste artigo, nem sempre são válidas, portanto, vale priorizar as análises independentes. Alguns exemplos são:
Toro Radar: além de recomendações, oferece um espaço para conversas com outros investidores, facilitando o aprendizado.
Empiricus Research: oferece relatórios independentes, muito úteis ao investidor pessoa física.
#BONUS – SMARTTINVEST
A Smarttinvest é uma plataforma de automatização de investimento na bolsa, uma linha de investimento bem comum nos Estados Unidos, onde atualmente 75% das operações acontecem por meio de algoritmo.
A SmarttInvest é uma plataforma de investimento para médio e longo prazo, que utiliza swing trade automatizado na bolsa de valores
Você pode começar a automatizar seus investimentos com pequenos aportes iniciais em carteiras recomendadas e outras ferramentas que são gratuitas.
De acordo com o seu perfil, você colocará seu patrimônio sob gestão do robô, e assim, acompanhará seus rendimentos com relatórios de performance disponibilizados pela própria plataforma.
Eu preciso ter todas estas ferramentas para day trade?
A resposta é: não.
Algumas delas trazem várias funcionalidades em um único sistema, como é o caso da SmarttBot, que além dos robôs investidores, traz gráficos para acompanhar os ativos da BM&FBOVESPA.
Antes de escolher uma ferramenta, pense no que você precisa, quais investimentos você quer fazer e, como você pode se dedicar. Depois, você opta pelos serviços que te atendam. Vale lembrar que é importante testar serviços de diferentes empresas para que você mesmo avalie qual é o mais adequado para os seus objetivos, além de claro, contar com uma boa corretora.
Você é trader? Quais ferramentas considera essencial para acompanhar o mercado e operar? Comente!
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